terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Gosto de flutuar sobre o nada...
Coisas vagas me interessam...

Jardim do Éden


O lapso do tempo havia aberto as portas do tormento
Como um vago pensamento
Eu corria com o tempo...
Indo de um lado para o outro
Procurando a outra parte que roubará desse corpo
Como que invadisse a alma
Infligisse o pensamento
Quebrará o gelo
Eu estava com medo...
Como podia algo tão frio
Se ver derreter no imenso vazio
Como um fruto proibido no Jardim do Edén
Vislumbrado com as cores vermelhas e vibrantes
Daquela saborosa fruta
Na boca da serpente...
Um veneno breve, suave, e incandescente...
Derretendo em meus lábios
Feito fruta ardente...